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Acompanhe os projetos de lei apresentados por Antônio Jorge em seu mandato como deputado estadual.





Cardápios terão campanha educativa sobre os perigos de se associar a direção de veículos com o uso de bebidas alcoólicas (13/12/2017 00:00:00)

Cardápios terão campanha educativa sobre os perigos de se associar a direção de veículos com o uso de bebidas alcoólicas

 

O Projeto de Lei 3.449/16, do deputado Antônio Jorge (PPS), que trata de campanha educativa sobre os perigos de se associar a direção de veículos com o uso de bebidas alcoólicas, recebeu foi aprovado hoje (13.12), em reunião do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.


A norma obriga a inserção da frase de advertência “Se beber, não dirija. Vamos preservar a vida” em cardápios e panfletos dos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas, tais como bares, restaurantes, boates, lanchonetes e similares. 

Presidente da Comissão de Prevenção e Combate ao Uso de Crack e Outras Drogas, o deputado Antônio Jorge (PPS) justifica a nova norma com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS): nas últimas duas décadas, 12 milhões de pessoas morreram no mundo em acidentes de trânsito e 250 milhões ficaram feridas. No Brasil, conforme o Ministério da Saúde, o custo anual dos acidentes de trânsito é de R$ 3,6 bilhões.

A bebida alcoólica, entre elas, a cerveja, provoca muito efeitos em quem dirige.

1. Diminui os reflexos - Se fosse só isso já não seria pouco, alterar reflexos de um condutor. Mas o álcool interfere, de tal maneira, que condena completamente, e de forma absoluta, o ato de dirigir sob seu efeito e em qualquer concentração.

2. Reduz as chances de sobrevivência - O álcool afeta a sobrevivência dos envolvidos em um acidente de trânsito. Quanto mais a pessoa tiver bebido, maior sua chance de morrer, um mesmo impacto causa mais ferimentos numa pessoa que bebeu. O condutor não usa o cinto de segurança quando está alcoolizado. Os impactos, por razões médicas, fazem sobreviver menos aqueles que beberam mais antes de dirigir o veículo.

3. Reduz a performance do motorista - O consumo de álcool reduz a capacidade de percepção da velocidade e dos obstáculos. Reduz a habilidade de controlar o veículo, manter a trajetória, realizar curvas. Como se pode dirigir sem perceber a velocidade em que se está dirigindo? Como se pode dirigir sem visualizar os obstáculos? Reduz a  habilidade do controle da trajetória. Não consegue dirigir em linha reta, quanto mais realizar curvas. O álcool diminui a visão periférica. O condutor só enxerga o que está à sua frente; não enxerga o que está do lado, medicamente, denominada visão tubular. Não vê uma motocicleta, um pedestre atravessando a via. Não consegue ter a atenção dividida, perceber a direção e outras necessidades para dirigir.
O consumo do álcool, mesmo em baixas concentrações, aumenta o tempo de reação. Consumiu álcool, mesmo em baixa concentração, há prejuízo daquele tempo necessário para pisar no freio quando se vên um pedestre, uma moto, um obstáculo a sua frente. O comportamento do alcoolizado, todos sabemos, vai da euforia para a depressão, para a agressividade.
O álcool causa sono, fadiga, estimula até tendência autodestrutiva. Como uma pessoa, neste estado, pode dirigir? E, como consequência disto tudo, o álcool está presente no sangue de quase metade das vítimas fatais dos acidentes de trânsito.
 
4. Evidências científicas - No Brasil, este fato foi muito bem documentado pelo estudo da professora Vilma Leyton, toxicologista da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que constatou a prevalência do álcool em 43,95% das vítimas fatais dos acidentes de trânsito autopsiadas no Instituto Médico Legal do Estado de São Paulo.
Evidência científica: não há o que se discutir.
fonte: http://www.abramet.com.br/conteudos/artigos/medicos_de_trafego_representados_pela_abramet_defendem_a_lei_seca_no_tribunal_federal
 
 
 
 

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