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Acompanhe o trabalho do deputado Antônio Jorge na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e em outras bandeiras defendidas pelo parlamentar.





04 Outubro, 2017

Hospital João XXIII sofre com falta de recursos (04/10/2017 00:00:00)

Hospital João XXIII sofre com falta de recursos

 

Sistema elétrico com defeitos, elevadores em estado crítico, defasagem do projeto de segurança e incêndio e falta de água quente para o banho dos pacientes são alguns dos problemas estruturais enfrentados pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS), localizado em Belo Horizonte. Referência internacional em traumas, a instituição sofre com a falta de recursos e carência de pessoal. A situação foi constatada em visita da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizada nesta quarta-feira (4/10/17).

O deputado Antônio Jorge (PPS) entende que a rede da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) está obsoleta e precisa buscar autonomia na sua gestão. Para ele, os governos gastam pouco e mal com a saúde, uma vez que ainda fazem manutenção das instituição por meio de licitação. Ao reforçar que o João XXIII precisaria ser comandado por profissionais escolhidos por mérito, ele sugeriu que seja feito um debate que proponha a independência do sistema da administração direta.

“O que vimos hoje não são apenas problemas estruturais, mas de direitos humanos. Os pacientes estão tomando banho frio. O governo precisa ter dignidade e atitude para dar a efetiva prioridade ao hospital”, criticou.

O diretor do hospital, Sílvio Grandinetti, explicou aos parlamentares que é necessária uma obra estrutural no valor de R$ 100 milhões, mas que não há perspectiva para a chegada do recurso. Ele explicou que o custo de manutenção mensal do estabelecimento é de R$ 5 milhões, mas que o faturamento não chega a R$ 3 milhões. “Somente a Prefeitura de Belo Horizonte, que deveria nos repassar R$ 180 mil todos os meses, não deposita o recurso há três anos”, disse.

O hospital também enfrenta problemas administrativos. Segundo Grandinetti, não há autonomia para demissão e contratação de pessoal e o deficit de médicos já é de 65. “Fazemos cerca de 340 atendimentos por dia e estamos com os quadros defasados. Mais que isso, estamos perdendo profissionais, que pedem exoneração por falta de condições de trabalho”, lamentou.

 

 

 

 

 
 
 

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